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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Saiba o que muda nas regras dos benefícios previdenciários

O governo propõe que, para receber o benefício, o trabalhador tenha ficado pelo menos 18 meses trabalhando, caso seja seu primeiro emprego. Já no caso do segundo emprego, será preciso trabalhar ao menos 12 meses para receber o seguro. A partir do terceiro emprego, a carência é de seis meses. Atualmente, o período exigido pelo Ministério do Trabalho é de um mês. "Não faz sentido a pessoa trabalhar um mês e receber pelo trabalho um ano", disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. "Os direitos trabalhistas estão mantidos e serão sustentados, mas alguns programas precisam de correção", disse.​
Segundo Mercadante,  74% dos pagamentos do seguro-desemprego são feitos a quem está entrando no mercado de trabalho — na primeira ou segunda vez em que sua carteira de trabalho é assinada.
Os novos critérios para obter pensão por morte também ficaram mais rígidos: o segurado terá de ter contribuído pelo menos 24 meses com a Previdência para que seus dependentes sejam beneficiados com a pensão. Até então, não havia um período mínimo de contribuição. Também será estipulado, a partir de terça, um prazo mínimo de 2 anos de casamento ou união estável para que o cônjuge obtenha o benefício. A lei atual não prevê nenhum prazo. “Esse prazo é necessário e serve até para evitar casamentos oportunistas”, disse Mercadante.
Além disso, a MP deve acabar com a regra de pensão equivalente a 100% do salário do servidor público. O cálculo do benefício será feito com base na quantidade de filhos, variando de 50% a 100% do salário integral do cônjuge morto.
O benefício do abono salarial é pago anualmente aos trabalhadores que recebem renda mensal de até dois salários mínimos. O valor é pago a qualquer contribuinte que tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano. Com a medida, o benefício ficará restrito ao trabalhador que exerceu atividade remunerada por seis meses.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Fecomerciários renova acordo de PLR com a Via Varejo

Publicado em: 25/06/2014
Fecomerciários renova acordo de PLR com a Via Varejo
Na tarde de terça-feira, 24 de junho, lideranças sindicais comerciárias se reuniram na sede da Fecomerciários para renovar o acordo de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) com a Via Varejo, que administra as redes Casas Bahia e Ponto Frio. A empresa foi representada por José Cardoso S. Maltez, do Departamento de Relações Trabalhistas e Sindicais.
Com coordenação de Arnaldo Biloti, diretor de relações trabalhistas e jurídicas da Fecomerciários e presidente do Sincomerciários de Santos, e de Márcia Oliveira, coordenadora do Departamento de PLR da Federação, o acordo foi assinado por coordenadores de Regionais e dirigentes de Sindicatos: Carlos Negrisoli (Botucatu); Aparecido Nunes (Campinas); Marcelo Nunes (Itapeva); Luciano Ribeiro (Itu); Paulo Cesar da Silva (Limeira); Jair Mafra (Mogi das Cruzes); Márcia Caldas (Rio Preto); Jonathan Faleiros (Sertãozinho); Albino Correia (S.J. dos Campos) e o presidente em exercício Ademar Ferreira (Santo André).
Atingindo as metas, o acordo de PLR de 2014 será pago entre o final deste ano e o 1º semestre de 2015 e beneficia os empregados das redes Casas Bahia e Ponto Frio das bases dos seguintes Sindicatos: Americana, Araraquara, Araras, Assis, Avaré, Barretos, Bauru, Bebedouro, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Caraguatatuba, Catanduva, Cotia, Cruzeiro, Dracena, Fernandópolis, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Itapetininga, Itapeva, Itu, Jaboticabal, Jacareí, Jales, Jaú, Limeira, Lins, Lorena, Marília, Matão, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Ourinhos, Piracicaba, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Registro, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santa Bárbara d’Oeste, Santo André, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sertãozinho, Sorocaba, Sumaré, Taubaté, Tupã, Votuporanga.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Salário mínimo para 2014 espera sanção presidencial

Depois de um dia inteiro de negociações e acordos, o Plenário do Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quarta-feira a proposta de Lei Orçamentária Anual para 2014, conforme informou a Agência Câmara. O texto vai agora para sanção presidencial.
O projeto eleva o investimento público em R$ 900 milhões para o próximo ano e mantém despesas com pessoal. O salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem é de R$ 724. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Governo pretende mudar as regras para pagamento do abono salarial

A equipe econômica prepara a edição de uma medida provisória para mudar as regras de pagamento do abono salarial no ano que vem. Segundo autoridades, a proposta ainda não foi submetida à presidente Dilma Rousseff, que dará a palavra final sobre o novo modelo. O governo também quer usar a última reunião do ano do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) para sinalizar o que seria o início da política de controle de gastos prometida para o ano que vem.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse ao  Valor que a Fazenda aprovará na reunião do Codefat marcada para amanhã a mesma fórmula de correção do seguro-desemprego aplicada em 2013. Ou seja, em vez de acompanhar a correção do salário mínimo, a equipe econômica quer que os benefícios com valores superiores ao salário mínimo sejam reajustados pela variação do INPC. "A decisão deve ser do próprio Codefat", disse o ministro em referência à polêmica criada pela falta de consenso no conselho em torno do reajuste de 2013.
A mudança na correção do seguro-desemprego trouxe aos cofres públicos uma economia estimada em R$ 700 milhões este ano e é considerada essencial para conter o crescimento real dessa despesa nos próximos anos. Para se ter uma ideia do impacto, o reajuste do seguro-desemprego este ano foi de 6,2%. Se fosse seguir a correção do salário mínimo, a alta seria de aproximadamente 9%.
No caso do abono salarial, a situação ainda é indefinida. A equipe econômica pressiona por mudanças rapidamente para iniciar o ano com uma nova regra e ao mesmo tempo sinalizar austeridade. Na quinta-feira, os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Manoel Dias reúnem-se novamente com as centrais sindicais em São Paulo para discutir o assunto.
Uma das possibilidades em estudo é o pagamento proporcional do benefício, levando em conta o número de meses que o trabalhador esteve empregado com carteira assinada num ano. A outra alternativa é o aumento do prazo mínimo para recebimento do abono.
Atualmente, a lei estabelece que todo trabalhador que recebe até dois salários mínimos, e fica no emprego pelo menos um mês durante o ano, tem direito ao abono, equivalente a um salário mínimo. A ideia é ampliar esse prazo para três meses. Segundo fontes da área técnica, em qualquer dos dois cenários a economia é relevante.
Diante das críticas e ameaça de rebaixamento da nota de crédito do Brasil, o governo federal vem discutindo como será a política fiscal de 2014. O ministro Mantega, em entrevista ao Valor, afirmou que não haverá redução do esforço fiscal no ano que vem.
Os estudos da área técnica, no entanto, indicam que não será possível manter o superávit primário em torno de 1,8% do PIB sem que o governo corte despesas no que se convencionou chamar de "área social", onde se enquadram também o seguro-desemprego e o abono salarial.
A avaliação preliminar é que as mudanças legais que estão sendo preparadas poderão conter o avanço das duas despesas. Mas, para manter o primário, será preciso mais cortes, ou ganhos na arrecadação. De acordo com autoridades do governo, a intenção é primeiro ver como evolui a receita para depois partir para novos ajustes.
No acumulado de janeiro a outubro, a despesa do governo com abono salarial e seguro-desemprego somou R$ 37,992 bilhões, o que representa alta nominal de 13,28% em relação ao valor gasto no mesmo período do ano passado (R$ 33,537 bilhões). Segundo Mantega, as despesas com abono e seguro-desemprego devem ficar entre R$ 45 bilhões e R$ 47 bilhões neste ano, o que representa aproximadamente 1% do Produto Interno Bruto (PIB).
A decisão de fazer ajustes nessas despesas foi anunciada em outubro, quando o governo central registrou o pior déficit em suas contas para meses de setembro em toda a série histórica, iniciada em 1997.
A preocupação do governo em sinalizar austeridade cresceu na mesma medida em que as chances de rebaixamento da nota de crédito do país. A Standard & Poor's, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, já deu sinais de preocupação com a política fiscal brasileira e as emissões de títulos feitas pelo Tesouro aos bancos públicos. O governo já reduziu os empréstimos e revê o papel das instituições federais. Mas, por enquanto, há apenas sinais de maior aperto fiscal.



quarta-feira, 17 de julho de 2013

Seguro-desemprego voltará a ter ganho real

O seguro-desemprego voltará a ser corrigido pela mesma fórmula aplicada ao salário mínimo (acima da inflação), independentemente do valor do benefício, de acordo com o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
A regra, que leva em conta a inflação passada e o crescimento da economia, deixou de ser usada no início deste ano para os benefícios acima de um salário mínimo (atualmente R$ 678). Em vez disso, o governo passou a reajustar as faixas superiores com base apenas na variação de preços registrada pelo INPC.
Na prática, isso significou uma correção de cerca de 6,2%, em vez dos 9% que estariam garantidos pelo modelo em vigor até então. A decisão pelo reajuste menor foi tomada de forma unilateral pelo governo e ainda aguarda o aval do conselho responsável pelo seguro-desemprego (Codefat), que tem representantes de governo, trabalhadores e empresários.
Nesse período, enquanto as Centrais Sindicais pressionavam nos bastidores para derrubar a regra, a equipe econômica se articulava para mantê-la.
A previsão é que haja um desfecho nas próximas semanas, quando está prevista nova reunião do conselho.
"A maioria das Centrais Sindicais é contra esse novo cálculo. Vou restabelecer o cálculo anterior. Isso será decidido na próxima reunião do Codefat. Depois vamos decidir como reequilibrar as contas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)", afirmou Dias.
Fonte: Informações da Folha de S.Paulo

Avançam as negociações coletivas com os varejistas e atacadistas de farmácias

A Comissão de Farmácia da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo se reuniu na segunda-feira (15/7) com as comissões patronais dos sindicatos atacadista (Sincamesp) e varejista (Sincofarma) para dar continuidade às negociações visando fechar a Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014 dos práticos de farmácia. As reuniões foram separadas e ocorreram na sede da Fecomerciários.   
Houve avanço nas negociações de várias cláusulas sociais e econômicas com os dois sindicatos patronais, segundo o diretor tesoureiro da Federação, Jair Mafra, presidente do Sincomerciários de Mogi das Cruzes, e o coordenador da Comissão de Farmácia, Mario Herrera, presidente do Sincomerciários de Marília:
- Repasse integral do INPC;
- Liberação de até 15 dias de dirigente sindical que participe de cursos, congressos e outras atividades da Federação;
- Vale refeição com valor único para todos os empregados dos setores atacadista e varejista.
Outro avanço, anunciaram Mafra e Herrera, é que o Sincamesp concordou em dar uma compensação financeira aos empregados das empresas atacadistas que trabalharem aos domingos e feriados.
Na próxima reunião, que será realizada no Sincofarma depois das assembleias patronais dos atacadistas e varejistas, serão discutidos os índices do aumento real nos salários dos práticos e outras cláusulas importantes para os trabalhadores, entre elas, índice único de reajuste salarial, independente da admissão do funcionário.
Participantes
Além de Mafra e Herrera, participaram das reuniões os dirigentes dos Sinprafarmas: João Pereira de Brito (São Paulo); Valdir Ribeiro da Silva (Americana); José Meireles Cândido da Rosa (São José dos Campos); e dos Sincomerciários: Arnaldo Azevedo Biloti (Santos); Regina Pessoti Zagretti (Ribeirão Preto); além de assessores da Federação e dos Sindicatos Filiados.
Representaram os patronais varejistas, pelo Sincofarma: André Bedran Jabr, Sétimo Gonnelli, Aparecido D. S. Mendonça, Juan Carlos Becerra Ligos, além de Samuel de Lira Rocha (Drogaria Onofre), Eduardo Bastos e Roger Soares (Drogaria SP). Já pelo Sincamesp, atacadista, participaram: Erivelton Mastellaro, Tereza Amano e Antonio Jorge Faral.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Comerciários vão potencializar o Dia Nacional de Luta

As Centrais Sindicais se reuniram na manhã desta quarta (10/7), na sede da Força Sindical, em São Paulo, a fim de encaminhar as providências para o Dia Nacional de Luta, nesta quinta. O indicativo dos dirigentes é de que será um ato forte, massivo e nacional.
A manifestação, convocada pela Força, CUT, CTB, UGT, Nova Central, CSP-Conlutas, CGTB, Intersindical e CSB, terá apoio também de entidades do movimento social. Mas o foco, ressaltam os sindicalistas, é trabalhista. O movimento sindical quer fazer andar a Pauta Trabalhista junto ao governo e ao Congresso Nacional. A pauta reivindica a redução da jornada para 40 horas, fim do fator previdenciário, suspensão do Projeto de Lei das terceirizações, fim das demissões imotivadas, 10% do Orçamento do PIB para a saúde e educação, transporte público de qualidade, fim dos leilões de privatização do petróleo e reforma agrária.
Por ser amplo e envolver diferentes categorias profissionais, em muitas regiões o movimento terá vários formatos. Em São Paulo, as paralisações nas fábricas, e outros locais de trabalho, começam por volta das 5h. Ao meio-dia, os manifestantes se concentram no vão livre do Masp, na Avenida Paulista. Por volta das 15h, deve sair passeata, descendo a Consolação até a Praça Ramos.
Comerciários
Os comerciários da Capital e da Grande São Paulo, unidos sob a liderança do presidente MOTTA, da Fecomerciários, vão se concentrar a partir das 8h na Rua Carlos de Souza Nazareth com a Avenida Prestes Maia, na região da Rua 25 de Março. Os Sindicatos Filiados do Interior vão fazem manifestações em suas bases.
Metalúrgicos
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e dirigente da Força Sindical, Miguel Torres, ressalta: “Na reunião desta quarta com as lideranças das Centrais, a expectativa dos companheiros é de que amanhã será um dia histórico. Os trabalhadores estão mobilizados para realizar um grande ato em defesa da Pauta Trabalhista”. Em São Paulo, o Sindicato já mapeou as regiões e pontos de paralisação e concentração.
CTB
“Será um ato marcadamente sindical, com forte presença da classe trabalhadora”, afirma Wagner Gomes, presidente nacional da CTB.
Portos
Os trabalhadores dos principais portos devem paralisar as atividades, assim como os de várias obras do PAC. Em Santos, maior porto do País, estivadores iniciaram às 7h desta quarta (10/7) protesto contra as mudanças no sistema de contratação de mão de obra previstas pela chamada MP dos Portos, aprovada pelo Congresso. A paralisação deve ganhar força amanhã, em diversos portos do País.
Metrô
No início da noite desta quarta (10/7), o Sindicato fará nova assembleia para que a categoria decida se para ou não na quinta. Há tendência de paralisação por algumas horas, na parte da manhã.
Ônibus
Os sindicalistas que bloquearam 17 terminais de ônibus na manhã desta quarta-feira (10/7) prometem fechar todos os 29 terminais da cidade a partir das 9h de amanhã. O grupo faz parte de uma chapa de oposição no Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo.
Servidores
Além dos itens da Pauta Trabalhista Unificada, servidores municipais, estaduais e da União, e setores ligados ao Judiciário, devem aderir às manifestações amanhã. Eles vão levar às ruas bandeiras específicas e cobrar os governantes de cada segmento.
Movimentos sociais
Em todo o Brasil, entidades do movimento social integram-se às manifestações. Em São Paulo, há um forte engajamento do MST e UNE. Há indicações de que 60 entidades do movimento popular apoiam o protesto desta quinta.
Segurança
Existe preocupação dos dirigentes das Centrais com a segurança dos manifestantes. “A tradição do movimento sindical é de atos organizados e pacíficos”, diz João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical. A UGT postou com destaque em seu site orientações gerais sobre a mobilização de amanhã. Há recomendação de que eventuais atos de vandalismo sejam fotografados e enviados para a denúncia de pronto. Endereço: comunicacao@ugt.org.br
Redes
As redes sociais também serão utilizadas pelas Centrais. A página 11 de julho – Dia Nacional de lutas (https://www.facebook.com/pages/11-de-Julho-Dia-Nacional-de-Lutas/457525381010001), no Facebook, tem a participação de todas as assessorias das Centrais que vão abastecer de informações sobre a mobilização.
Trabalhaores nas ruas - A hashtag #trabalhadoresnasruas será a marca das Centrais na rede.
Agência Sindical
A rádio web da Agência inicia transmissão às 5h30 desta quinta, com participação por telefone de lideranças sindicais, autoridades e intelectuais. Entrevista: às 16h, o consultor sindical João Guilherme Vargas Neto estará no estúdio para analisar o movimento – a ideia é fazer um balanço. O site da Agência também fará a cobertura das manifestações, com atualização durante todo o dia.
Fonte: Agência Sindical e Centrais

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dilma sanciona lei que reduz prazo para trabalhador com deficiência se aposentar


O projeto que reduz o tempo de contribuição à Previdência Social e de idade para trabalhadores com deficiência se aposentarem passa a ser lei nesta quinta-feira (9/5).
A lei publicada no "Diário Oficial" da União de hoje, pela presidente Dilma Rousseff, havia sido aprovada pelo Congresso Nacional no dia 17/4.
Antes da nova lei, a legislação não estabelecia diferenciação nos critérios para aposentadoria dos segurados diferenciados. Agora, a aposentadoria deles será fixada de acordo com o tipo de deficiência: grave, moderada ou leve.
Na época da aprovação do projeto no Legislativo, o secretário nacional de promoção dos direitos da pessoa com deficiência, Antonio José Ferreira, deficiente visual, disse que serão levadas em conta as novas diretrizes classificadoras do grau de deficiência como se fosse doença, mas por funcionalidade, considerando limitações físicas da pessoa e do espaço.
Prazos
O projeto, aprovado no Congresso, estabelece que para os casos de deficiência grave, o limite de tempo de contribuição para aposentadoria integral de homens, passam de 35 para 25 anos, e de mulheres, de 30 para 20 anos.
Quando a deficiência for moderada, as novas condições para aposentadoria por tempo de contribuição passam a ser de 29 anos para homens e de 24 para mulheres. Caso a deficiência seja leve, esse tempo será de 33 anos para homens e 28 para mulheres.
Independente do grau de deficiência, a aposentadoria por idade passa de 65 para 60 anos, no caso dos homens, e de 60 para 55 anos, no caso das mulheres.
É exigido, porém, o cumprimento de um tempo mínimo de 15 anos de contribuição e comprovada a deficiência por igual período.

Fonte: informações da Folha de S. Paulo

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dilma recebe líderes das centrais sindicais e assina a Convenção 151 da OIT


Uma comitiva de líderes das centrais sindicais foi recebida em audiência pela presidenta Dilma Rousseff, no começo da noite de quarta-feira (6/3), no Palácio do Planalto. Os líderes apresentaram a pauta trabalhista, que tem 12 itens, entre os quais o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas e a política de valorização dos aposentados.
Na reunião, Dilma assinou decreto que internaliza a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ela estabelece o princípio da negociação coletiva entre trabalhadores públicos e governo. A Convenção foi ratificada pelo governo brasileiro em 2010, mas precisa ser adaptada à legislação nacional para entrar em vigor. O texto deve ser publicado na edição desta quinta-feira (7) do Diário Oficial da União, segundo o ministro do Trabalho, Brizola Neto, presente na reunião.
Brizola Neto afirmou que um grupo de trabalho prepara uma legislação sobre o tema, que será enviada ao Congresso. Ainda segundo o ministro, a presidenta reforçou a necessidade de se direcionar os recursos provenientes dos royalties do pré-sal para a educação, e pediu o engajamento dos trabalhadores no tema.
A Força Sindical foi representada na reunião pelo presidente Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, pelo secretário-geral João Carlos Gonçalves, o Juruna, e pelo tesoureiro Luiz Carlos Motta, presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo. Motta liderou mais de mil comerciários dos Sindicatos Filiados na 7ª Marcha das Centrais Sindicais e dos Movimentos Sociais, que reuniu 50 mil trabalhadores na quarta-feira em Brasília.  
Foto: José Cruz/ABr 
Fonte:  Assessoria de Imprensa da Fecomerciários, com informações do Blog do Planalto e da Agência Brasil

Governador Alckmin mantém produtiva audiência com comerciários do Estado



O governador Geraldo Alckmin recebeu nesta quinta-feira (7/3) os presidentes dos Sindicatos Filiados à Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, no Salão dos Pratos, Palácio dos Bandeirantes. Vinte Sincomerciários e dois Sinprafarmas, que representam os práticos de farmácia, foram representados no encontro. Durante uma hora e meia (das 8h30 às 10h30), o governador ouviu e anotou as solicitações do presidente da Federação, Luiz Carlos Motta, e dos Filiados e, diante de todos, fez ligações no sentido encaminhar, imediatamente, o início dos atendimentos possíveis apresentados pelos sindicalistas. Foi a primeira reunião do governador com um grupo de sindicalistas comerciários do Estado. Embreve haverá uma segunda.
Além do governador, encabeçaram a mesa o secretário-chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, o secretário adjunto estadual do Trabalho, Aparecido de Jesus Bruzarosco, o presidente Motta e Maria Augusta dos Santos Marques, a Lia, presidenta do Sincomerciários de Votuporanga e integrante do Conselho Estadual da Condição Feminina.
Depois de explanar um perfil econômico positivo e de grandes realizações do governo – como, por exemplo, o crescimento de 1,3% com perspectiva de 4,0% em 2013, com geração de emprego e renda – Alckmin passou a palavra ao presidente Motta, que resumidamente apresentou cinco propostas para futuras parcerias entre o Estado e a Federação. São elas:
- Estreitar parceria por meio da Secretaria Estadual de Emprego e Relações do Trabalho com o Departamento de Educação e Responsabilidade Social da Federação visando a qualificação de comerciários e comerciárias, estreitando, ainda mais, a estrutura da Secretaria e da Federação para este fim.
- Discutir com o Governo estadual, através da Secretaria e seus Postos distribuídos no Estado, a ideia de haver uma maior integração destes postos com as oito Regionais da Federação no sentido de combater irregularidades e, mais uma vez, juntamente com o Departamento de Educação e Responsabilidade Social, intensificar o combate aos trabalhos infantis, escravo e ao subemprego.
- Avançar nos debates em torno da interação da Cooperativa Habitacional da Federação dos Comerciários com a Secretaria Estadual de Habitação, com o objetivo de construir casas à categoria em todo o Estado. A saber: Capital, Grande São Paulo, Interior e Baixada Santista.
- Juntamente com a Secretaria de Esportes, construir um projeto conjunto com a Diretoria da Federação com vistas a conceber apoio estadual, concepção, ou ainda, a organização e a realização de um amplo projeto esportivo. Os 68 Sindicatos Filiados que representam mais de 2,5 milhões de comerciários são dotados de Clubes de Campo e, entre outras atividades esportivas, realizam, anualmente, a "Copa Futsal dos Comerciários".
- Para estender o acesso à cultura à categoria comerciária, estabelecer parcerias com a Secretaria Estadual da Cultura com o propósito de conceder aos comerciários descontos e afins diante dos projetos culturais apresentados pelo Governo no Estado.

Sindicatos presentes
Sincomerciários: Botucatu, Bragança Paulista, Cruzeiro, Fernandópolis, Guaratinguetá, Guarulhos, Itapeva, Itu, Ituverava, Lorena, Mogi das Cruzes, Mogi-Guaçu, Ourinhos, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santos, Santo André, São Carlos, São do José do Rio Preto, Sertãozinho, Tupã, e Votuporanga. Sinprafarmas: Americana e São Paulo.
A maior parte desses Sindicatos manifestou ao governador Geraldo Alckmin os seguintes encaminhamentos.
- Fomentar diálogo com as Prefeituras a fim de construir e estender os horários das creches para os filhos das mães comerciárias, coincidente com suas jornadas de trabalho.
- Instalação de postos de Poupatempo fixo ou até mesmo móveis que poderiam ser abrigados na sedes dos Sindicatos.
- Inserir nas Fatecs a disciplina de farmácia.
- Nos Sindicatos que já contam com toda a infraestrutura montada para a realização de cursos, formar parcerias com o Governo estadual. Os professores seriam contratados pelo Estado e as aulas voltadas aos comerciários. 

Motta agradece
O presidente Motta declarou: “O governador Alckmin atende a classe trabalhadora. Fomos muito bem recebidos por ele que, diante de todos os presentes, se comprometeu a dar os devidos encaminhamentos. Agradeço a deferência com a qual o governador nos recebeu e sua prontidão em atender as nossas reivindicações”.
Ao encerrar o encontro, Alckmin reconheceu o peso e o valor que o comércio tem na economia estadual. “Sob a liderança do meu amigo Motta, os 2,5 milhões de comerciários que vocês representam no Estado têm valor estratégico para o desenvolvimento da nossa economia que vai avançar, ainda mais, em 2013 e 2014. Sejam sempre bem-vindos a esta Casa e tenham certeza que já estamos trabalhando juntos, com o companheiro de vocês, o Bruzarosco na Secretaria do Trabalho, e considerem suas reivindicações já encaminhadas. Nosso objetivo é estabelecer as devidas parcerias para que sejam cumpridas”.
Em breve, haverá um segundo encontro dos Sindicatos Filiados à Federação que não participaram desta primeira audiência com o governador Alckmin, dado que são 68 Sindicatos Filiados.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Mais de mil comerciários paulistas participarão da 7ª Marcha a Brasília


Sob a liderança do presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, mais de mil comerciários de 58 Sindicatos Filiados vão potencializar a 7ª Marcha a Brasília, na quarta-feira (6/3), organizada pelas centrais sindicais – Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central e UGT.
Organizados pelas oito Regionais da Federação, os comerciários vão se juntar aos aproximadamente 40 mil trabalhadores de diferentes categorias que estarão presentes na manifestação, a partir das 9h, munidos de faixas, cartazes e muita união.
O objetivo é sensibilizar o governo federal e os parlamentares a negociarem a pauta trabalhista, com 12 itens, entre os quais, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas e a política de valorização dos aposentados.
Os trabalhadores saíram ou ainda estão saindo de seus estados em direção a Brasília para participar da manifestação. “Nossa intenção é negociar com o governo a pauta trabalhista e também a MP dos Portos que tanto prejudica os portuários”, disse Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo PDT-SP.

Agenda
Representantes das centrais serão recebidos pela presidente Dilma e os trabalhadores também cumprirão a seguinte agenda de reuniões: às 12h30, com o senador Renan Calheiros, presidente do Senado, no gabinete da presidência do Senado; às 14h, com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no STF; às 15h, com o deputado Henrique Alves, presidente da Câmara dos Deputados, no gabinete da presidência.
A Marcha a Brasília já foi realizada seis vezes. As primeiras foram feitas a pé e os sindicalistas reivindicavam aumento real para o salário mínimo. A última foi em 2009.

Concentração
Os trabalhadores vão se concentrar na quarta-feira em frente ao Estádio Mané Garrincha e caminharão até o Congresso Nacional, onde farão um ato. Ao longo do percurso serão instalados banheiros químicos e distribuída água.
“Decidimos retomar a Marcha e a Força Sindical deve levar cerca de 15 mil trabalhadores”, disse João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Central. Todos usarão colete da Força, boné e faixas de suas categorias e sindicatos.
“As mulheres vão usar bonés lilás escrito “Igualdade e Oportunidade”, porque vão abrir as comemorações do Dia Internacional da Mulher durante a Marcha. A data do Dia da Mulher é 8 de março, mas as trabalhadoras fazem o Março Mulher, ou seja, com comemorações durante todo o mês”, declarou Maria Auxiliadora dos Santos, secretária nacional da Mulher da Força Sindical.

Pauta trabalhista
- 40 horas semanais sem redução de salário;
- Fim do fator previdenciário;
- Igualdade e oportunidade entre homens e mulheres;
- Política de valorização dos aposentados;
- 10% do PIB para a Educação;
- 10% do Orçamento da União para a Saúde;
- Correção da Tabela do Imposto de Renda;
- Ratificação da Convenção OIT/158;
- Regulamentação da Convenção da OIT/151;
- Ampliação do investimento público.

Força Comerciária
Relação dos Sindicatos Filiados que participarão da Marcha:
Sincomerciários: Americana; Araçatuba; Araraquara; Araras; Assis; Avaré; Barretos; Botucatu; Bragança Paulista; Campinas; Caraguatatuba; Catanduva; Cotia; Cruzeiro; Dracena; Fernandópolis; Guaratinguetá; Itapetininga; Itapeva; Itu; Ituverava; Jaboticabal; Jacareí; Jales; Jundiaí; Limeira; Lins; Lorena; Marília; Matão; Mogi das Cruzes; Mogi Guaçu; Ourinhos; Piracicaba; Presidente Prudente; Presidente Venceslau; Registro; Ribeirão Preto; Santa Bárbara do Oeste; Santo André; Santos; São Carlos; São José do Rio Preto; São José dos Campos; São Paulo; Sertãozinho; Sorocaba; Sumaré; Taubaté; Tupã; Votuporanga.
Sinprafarmas: Americana; Bauru; Presidente Prudente; Santos; São José do Rio Preto; São José dos Campos; São Paulo.

Fonte Giro Comerciário - Fecomerciários

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo Superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo em visita a Fecomerciários


O novo Superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo  Carlos Frederico Zimmermann Neto, visitou a sede da Fecomerciários no dia 31/1, sendo recebido pelo presidente Luiz Carlos Motta, pelo secretário adjunto estadual do Emprego e Relações do Trabalho, Aparecido Bruzarosco, Jair Mafra, tesoureiro da Fecomerciários e presidente do Sindicato de Mogi das Cruzes; Amauri Mortágua, presidente do Sindicato de Tupã; e João Pereira de Brito, 1º tesoureiro e assessor da Presidência do Sinprafarma de São Paulo.
Carlos Zimmermann assumiu o cargo no último dia 16 de janeiro. Foi nomeado pelo ministro do Trabalho, Brizola Neto, no dia 20 de dezembro de 2012.

A visita do novo superintendente foi de cortesia, para conhecer a Federação e as questões de relações do trabalho da categoria comerciária em todo o Estado, composta por 2,5 milhões de trabalhadores e representada por 68 Sindicatos Filiados.

“Nosso objetivo é aprofundar o relacionamento entre a Superintendência Regional do Trabalho, os Sindicatos, a Justiça do Trabalho e os órgãos governamentais afins, visando atender a demanda dos trabalhadores”, afirmou o superintendente. Ele elogiou a estrutura da Federação e a atuação de sua diretoria.

Motta, por sua vez, disse que a conversa foi muito proveitosa, já que o novo superintendente ficou ciente dos problemas relatados pelos líderes comerciários em várias regiões do Estado. Agradeceu a visita de Carlos Zimmermann e foi convidado a visitar a Superintendência Regional.

1 - Amauri Mortágua - Presidente do Sincomerciários de Tupã
2 - Bruzarosco - Secretário Adjunto Estadual do Emprego e Relações do Trabalho
3 - Carlos Frederico Zimmermann Neto - Superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo
4 - Luiz Carlos Motta - Presidente da Fecomerciários
5 - Jair Mafra - Tesoureiro da Fecomerciários e Presidente do Sincomerciários de Mogi das Cruzes
6 - João Pereira de Brito - 1º tesoureiro e Assessor da Presidência do Sinprafarma de São Paulo


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Salário mínimo previsto para 2013 é aumentado em R$ 4


O valor do salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de janeiro de 2013 será R$ 674,95, um ganho de R$ 4 em relação à expectativa anunciada anteriormente de R$ 670,95. O reajuste se deve à atualização dos parâmetros macroeconômicos enviados na quarta (21/11) pelo Executivo para o Congresso.
Os cálculos do governo elevaram de 5% para 5,63% a previsão de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para 2012, um dos índices usados para o cálculo do reajuste do valor do mínimo.
O novo índice será usado na proposta orçamentária para 2013 em análise na Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, a elevação de 0,63 ponto percentual do INPC terá impacto de R$ 1,243 bilhão nos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao salário mínimo, como aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), seguro-desemprego e abono salarial.
A atualização manteve o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB), para 2013, em 4,5%, mas rebaixou de 3% para 2% o crescimento deste ano. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece que o Executivo envie a atualização dos parâmetros da economia. Os números são usados na avaliação da despesa e da receita para o próximo Orçamento.
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Motta abre 21º Congresso e anuncia manifestações nas Regionais por aumento real



Equipe comerciária de Mogi das Cruzes presente ao 21º Congresso Sindical


Na foto Percival de Souza jornalista, escritor e criminólogo, Luis Carlos Motta presidente da Fecomerciários e Paulo Cesar presidente do Sincomerciários de Limeira e coordenador-executivo do 21º Congresso

Na foto Jair Mafra presidente do Sincomerciários de Mogi das Cruzes, Luis Carlos Motta presidente da Fecomerciários e equipe comerciária de Mogi das Cruzes.

Jair Mafra na entrega dos certificados do 21º Congresso Sindical


“Para conscientizar os patrões a avançarem na Campanha Salarial Unificada dos Comerciários, enquanto presidente da Fecomerciários e coordenador-geral deste 21º Congresso, anuncio aqui, em primeira mão, que em cada uma das nossas oito Regionais instaladas no Estado, vamos realizar grandes manifestações em suas cidades-sede. A ideia é organizar, mobilizar e partir para a ações visando, de fato, conquistarmos uma Convenção Coletiva vitoriosa”.
O anúncio das manifestações foi feito pelo presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo, Luiz Carlos Motta, na abertura do 21º Congresso Sindical Comerciário, nesta quinta-feira à noite, no Centro de Lazer dos Comerciários em Praia Grande. Foi longamente aplaudido por mais de 800 congressistas que lotaram o auditório neste tradicional evento da Federação, que acontece até sábado (29/9).
Segundo Motta, as mobilizações serão muito bem orientadas, pacíficas e de forte apelo unitário da categoria. “Estes atos devem ser marcados imediatamente mediante consulta dos coordenadores de cada Regional, ainda neste Congresso. Acreditamos na eficácia do diálogo”, disse o presidente, afirmando que a Campanha Salarial Unificada tem o apoio das Centrais Força Sindical, UGT, Nova Central e CUT.
“Neste segundo semestre, apesar do ‘chororô’ dos patrões que insistem em negar este momento positivo da economia brasileira, vamos intensificar nossa luta. A Comissão de Negociação está muito bem informada e preparada para desmontar os discursos negativos dos patrões e tem argumentos para isso. Agosto, por exemplo, bateu recorde na venda de veículos, ao mesmo tempo o Brasil registrou o mais baixo nível de desemprego desde 2002. Muitos shoppings estão sendo inaugurados. Sabemos, portanto, que há uma larga margem para conseguirmos nossas justas reivindicações”, acentuou Motta.
Motta também citou em seu discurso recente pesquisa do Dieese, que mostra que 97% das 370 negociações analisadas no primeiro semestre deste ano conquistaram reajustes salariais acima da inflação, da pesquisa do IBGE que coloca as mulheres comerciárias no topo do ranking de emprego no Brasil, com 7 milhões de trabalhadoras, e das realizações da Federação.
O Congresso
O 21º Congresso reuniu autoridades e líderes sindicais comerciários e de outras categorias de vários Estados, que ressaltaram a importância do evento para as campanhas salariais e para as bandeiras de luta da classe trabalhadora em geral. Fizeram o uso da palavra, entre outros, o secretário estadual de Emprego, Carlos Ortiz, representando o governador Geraldo Alckmin, que disse que a Secretaria está de portas abertas aos comerciários; o presidente da CNTC, Levi Fernandes Pinto, que fez um relato do avanço no Congresso Nacional do projeto de regulamentação da profissão de comerciário; o deputado federal Paulo Pereira da Silva, que disse que está acompanhando atentamente a tramitação do projeto e de outras matérias de interesse dos trabalhadores no Parlamento; do presidente em exercício da Força Sindical, Miguel Torres; do presidente do Conselho de Assuntos Sindicais da Fecomercio SP, Ivo Dall’Acqua, que afirmou se sentir honrado com o convite para participar das edições do Congresso Comerciário.
Paulo Cesar da Silva, presidente do Sincomerciários de Limeira e coordenador-executivo do 21º Congresso, finalizou o evento com a seguinte mensagem: “Este Congresso é especial porque todos aqui são a razão da organização do evento. A vontade de acertar nos faz melhorar a cada ano. Teremos aqui um desfile de excepcionais palestrantes, um time de fantásticos profissionais”.
Já o subcoordenador Antonio Roberto Previde, presidente do Sincomerciários de Piracicaba, que será o coordenador-executivo do 22º Congresso, disse: “Espero realizar um evento igual ou melhor do este”.      
Presenças
Também fizeram parte da mesa: deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT); Carlos Ortiz, secretário estadual do Emprego; Aparecido Bruzarosco, secretário-adjunto do Emprego; Levi Fernandes Pinto (CNTC), acompanhado do secretário Lourival Figueiredo Melo; José Del Valle, secretário internacional da CROC (Central Sindical do México); Miguel Torres; Ricardo Patah, presidente do Sincomerciários de São Paulo; Ivo Dall’Acqua, representando o presidente da Fecomercio SP, Abram Szajman; Getúlio Paulo Aparecido de Matos, secretário de Relações de Emprego e Trabalho da Prefeitura de Praia Grande; Emílio Alves Ferreira Jr., presidente Feticom (Federação da Construção e Imobiliário do Estado de SP); Valmir de Almeida Lima, presidente da Federação dos Comerciários Norte e Nordeste; Edson Geraldo Garcia, presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Goiás e Tocantins; Luiz de Souza Arraes, presidente Federação dos Frentistas do Estado de SP; e Luana Pagani, Miss Comerciária Paulista 2011.

Fonte Fecomerciários

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Federação fecha acordo coletivo com setor varejista de farmácias


Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários, e Natanael Aguiar Costa, presidente do Sincofarma SP (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos), assinaram nesta quarta (12/9) Convenção Coletiva de Trabalho que beneficia milhares de práticos de farmácia de todo o Estado de São Paulo.
O índice de reajuste dos salários chega até a 6,77%, para balconistas, aumento real de 1,87% sobre a reposição salarial pelo INPC (4,9%). No geral, o reajuste ficou em 6,5%, com aumento real de 1,6%, mesmo índice fechado com o setor atacadista em meados de agosto. A data base da categoria é 1º de julho.
“Foi um bom acordo. Avançamos nas cláusulas sociais e também em relação à transição de mudança de data base da categoria”, disse o presidente Motta. Natanael, do sindicato patronal, também concorda em discutir a transição da data base.   
Participaram da assinatura da Convenção, pela Federação, os líderes Jair Mafra (Sincomerciários de Mogi das Cruzes); Mário Herrera (Sincomerciários de Marília); Arnaldo Azevedo Biloti (Sincomerciários da Baixada Santista); Ademir Moraes (Sinprafarma de Americana); João Pereira de Brito (Sinprafarma de São Paulo); José Meireles Cândido da Rosa (Sinprafarma de São José dos Campos), além de assessores da Federação, dos Sindicatos Filiados e do Sincofarma.



VEJA EM NOSSO SITE COMO FICOU O SEU SALÁRIO ACESSAR

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Trabalhadores em greve fecham farmácias em Santos e São Vicente


Mais de 40% dos trabalhadores em farmácias e distribuidoras de medicamentos da Baixada Santista cruzaram os braços na última terça (21/8), depois de uma manifestação pacífica ocorrida a partir das 10h na Praça Mauá, em Santos, para forçar os patrões a retomarem as negociações salariais com a categoria, suspensas por intransigência do Sincofarma e do Sincamesp, que representam as empresas no comércio varejista e atacadista de medicamentos. A greve foi decidida em assembleia da categoria no último dia 16/8.
Com carro de som, bandeiras, faixas, muita disposição e gritando palavras de ordem como “greve”, “comerciários na luta, na rua, mostrando a que veio” e “fecha, fecha”, mais de 400 manifestantes saíram em passeata pelas ruas do centro da cidade e logo três farmácias de redes baixaram as portas, “lacradas” com vários adesivos “greve”: Drogasil, Poupa Farma e Drogaria São Paulo, todas na região da Praça Mauá.

Conciliação
Segundo o presidente do Sinprafarma da Baixada, Jaime Porto, a paralisação de mais de 40% dos 5 mil práticos de farmácia representados pelo Sindicato já começaram a surtir efeito. Nesta quarta (22/8), às 15h, foi marcada audiência de conciliação entre o Sinprafarma e os sindicatos patronais no TRT na Capital paulista. “Estamos totalmente mobilizados para forçar os patrões a voltarem à mesa de negociações e empenhados em buscar salários dignos aos trabalhadores”, Porto.

São Vicente
Depois de Santos, os práticos de farmácia repetiram a manifestação nas ruas centrais de São Vicente e, até as 12h30, fecharam três farmácias de rede: Drogasil, Drogaria São Paulo e Droga Raia, todas na rua Frei Gaspar.

Reivindicações
Na Campanha Trabalho, Conquista e Dignidade, os práticos de farmácia reivindicam, além da reposição da inflação, aumento real de salários, horas extras 100% aos domingos e feriados, PLR, 40 horas, condições dignas de trabalho, vale-refeição para toda categoria, cesta básica, fim do desvio e acúmulo de função, e avanços nas cláusulas sociais.
Liderado por Porto e pelo presidente Luiz Carlos Motta, da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários), o movimento teve o apoio do Sincomerciários de Mogi das Cruzes representado pelo nosso presidente Jair Mafra e Sindicatos Filiados, além da Força Sindical, da Nova Central e de sindicatos de outras categorias, como saúde, químicos, construção civil e de aposentados de Santos.
Para Motta, a categoria que mais cresce no País “também cresce de modo organizado quando ganha as ruas para reivindicar seus direitos, como se vê nesta manifestação”. Durante o ato, Motta deu entrevistas para vários veículos de imprensa, entre eles a “TV Tribuna”, Band e o jornal “A Tribuna”.

Greve: Práticos de farmácia de Santos

Comerciários de Mogi das Cruzes representado pelo nosso presidente Jair Mafra.

O presidente Jaime Porto do Sinprafarma de Santos levanta o braço ao lado do presidente da Fecomerciários Luiz Carlos Motta momento que foi fechado uma unidade da empresa Drogasil em Santos

Luiz Carlos Motta e manifestante fazem passeata pelas ruas centrais de Santos.

Unidos somos fortes!

Jair Mafra e Luiz Carlos Motta (Força comerciária)

Comerciários e práticos de farmácia fecham estabelecimento em Santos durante a minifestação (Greve)



Equipe de apoio presente, comerciários de Mogi das Cruzes



Deu na imprensa


Aumento real para aposentados fica para 2014

Os aposentados do INSS vão acionar a Justiça para garantir a recomposição do poder de compra da categoria. Eles não engoliram o veto da presidenta Dilma Rousseff à emenda da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que previa a definição de política de valorização real dos benefícios acima do salário mínimo (R$ 622) para 2013. Eles vão brigar para garantir reajuste similar reservado a quem ganha o piso, ou seja, 7,35%, com o mínimo passando a R$ 667,75. A LDO só reservou correção de 4,5% para os benefícios maiores.

A intenção, anunciada pelo presidente do Sindicato dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini, é fazer representação junto ao Ministério Público Federal em busca de reajuste melhor para 8 milhões de segurados. “Perdi a paciência. Ou o governo assume em aceitar negociar conosco ou entramos com ação na Justiça para recuperar o poder de compra”, critica Inocentini.

Para o assessor econômico da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Maurício Oliveira, a hora é de pensar em estratégias para 2014. “Somos uma classe maldita para Dilma. O jeito é começar a negociar para 2014. Veto de presidente é impossível de derrubar”, avalia Oliveira, que prevê com esse achatamento mais 400 mil segurados recebendo o piso no País.

Fonte: O Dia

Comerciários fazem passeata e entregam pauta salarial com 140 cláusulas aos patrões


Os comerciários de Mogi das Cruzes e região representado pelo nosso presidente Jair Mafra e outros presidentes de todo o Estado de São Paulo deram início, no último dia 13/8, à Campanha Salarial Unificada 2012/2013. Concentrados no vão livre do Masp, Avenida Paulista, os cerca de 600 dirigentes, liderados Força Sindical, UGT, CUT, e Nova Central, seguiram, em passeata, rumo à Avenida 9 de Julho, onde fica a sede da Federação Patronal (Fecomercio). Ivo Dall’Acqua, presidente do Conselho de Assuntos Sindicais e principal negociador da entidade, recebeu a pauta.
No percurso de cerca de três quilômetros, comerciários e comerciárias, apoiados também pelas categorias dos químicos e dos metalúrgicos de São Paulo, reforçaram as principais reivindicações da Campanha.
Esse reforço reivindicatório se deu por meio de palavras de ordem, faixas, camisetas, bonés, balões, panfletos e bandeiras. Tais como: aumento real, reajuste salarial (pelo INPC/IBGE), PLR, vales refeição e alimentação, fim do banco de horas, redução da jornada semanal de trabalho, pisos salariais diferenciados, trabalho com dignidade e avanços nas cláusulas sociais.
Sobre o caminhão de som, o presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários), Luiz Carlos Motta, reafirmou que cada uma das 140 cláusulas que compõe a pauta de reivindicações atende aos reais anseios da categoria. Ele disse. “A realização desta passeata, pacífica, demonstra, em si, o quanto a categoria que mais cresce no Brasil está organizada e mobilizada sindicalmente”.
E completou: ”Esta mesma demonstração de força será mantida nas futuras rodadas de negociação. O momento é de reiterar a unidade comerciária em todo o Estado, com os 67 Sindicatos Filiados à Federação, aqui presentes, bem como junto às Centrais. Sigamos, portanto, juntos, firmes e fortes rumo à vitória!”.
João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral, representou a Força; Lourival Bueno, comerciário de Rio Claro, a Nova Central; José da Silva Netto, comerciário de Osasco, a CUT, e Ricardo Patah, a UGT. Por sua vez, Ivo, o representante da federação patronal, disse que a negociação deve ser conduzida por meio de diálogo e entendimento para que ambas as partes sejam contempladas.
Proferidos os pronunciamentos das lideranças sindicais, a título de mostrar aos patrões que a categoria não tem poder aquisitivo sequer para comprar “carne de segunda” foi servida uma sardinhada em frente à Fecomercio.


Campanha salarial unificada, entrega da pauta

Comerciários de Mogi das Cruzes concentrados no vão livre do Masp SP.

Líderes Sindicais de todo o Estado de São Paulo invadem a Av. Paulista em grande passeata.

Comerciários de Mogi das Cruzes em frente a Fecomercio (Patronal)

Luiz Carlos Motta presidente da Fecomerciários faz discurso frente a Fecomercio minutos antes da entrega da pauta de reivindicações.

A passeata terminou em frente a Fecomercio (Federação Patronal do Comércio)

Presidente do Sincomerciários de Mogi das Cruzes Jair Mafra.

 A categoria não tem poder aquisitivo sequer para comprar “carne de segunda” foi servida uma sardinhada em frente à Fecomercio (Patronal)

Ivo Dall’Acqua, presidente do Conselho de Assuntos Sindicais da Fecomercio recebeu a pauta de reinvendicações do  presidente da Fecomerciários Luiz Carlos Motta que estava acompanhado da comissão de negociação dos comerciários.

Presidente do Sincomerciários de Mogi das Cruzes Jair Mafra faz parte da comissão de negociação dos comerciários.

Luiz Carlos Motta presidente da Fecomerciários faz uso da palavra referente aos anseios da categoria visando seja assinada uma convensão coletiva que realmente possa beneficiar os empregados no comércio.

Foi recebida pelo representante patronal a pauta de reinvidicações 2012/2013 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Reunião do Colégio de Presidentes na Federação


Nosso Presidente Jair Mafra e vários presidentes dos Sincomerciários e Sinprafarmas filiados à Fecomerciários marcaram presença na Reunião do Colégio de Presidentes, na quinta (22/9), na sede da Federação, para discutir assuntos pertinentes ao sistema federativo da categoria comerciária.
O principal assunto foi a Campanha Salarial Unificada 2011, que envolve a pauta trabalhista dos práticos de farmácia e dos comerciários. O presidente da Federação, Luiz Carlos Motta, fez um relato do andamento das negociações, reforçado por depoimentos de membros das comissões que negociam pelas duas categorias.
Segundo Motta, na próxima semana haverá uma reunião decisiva de negociações dos práticos de farmácia. Em relação aos comerciários, as conversas com os patrões também avançaram.

Confira a foto da reunião. 


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Prático de farmácia luta por aumento real de 5%


O patrão do segmento de farmácia tem atrasado a assinatura da Convenção Coletiva dos Trabalhadores do Setor Farmacêutico. Nossa reivindicação é justa ao querermos reajuste salarial e aumento real de 5%. Graças ao bom momento econômico que o Brasil passa, os empregadores do setor forçam uma situação de entrave ao aceitarem pagar reajuste salarial de 6,8%, mas zero de aumento real, considerado um insulto pelos práticos de farmácia de todo o Estado de São Paulo. Queremos a nossa parte e estamos mobilizados para lutar por ela.

Jair Mafra
Presidente